sábado, 19 de novembro de 2011

Apesar das minhas fragilidades, avanço.

Pois viver deveria ser - até o último pensamento e derradeiro olhar - transformar-se.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

feliz...

Eu sou do tipo que lê mil vezes a mesma coisa, 
só pra ter o gosto de sorrir de novo.
E hoje eu estou pensando no seu abraço,
que apesar de ser "só" um abraço
pra mim significou muito...

sábado, 12 de novembro de 2011

Quero...

Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos,
todos os carinhos, todas as atenções.
Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada,
quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros,
quero parar de me doar e começar a receber.
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Esperança....

(...)— Bom, feliz talvez ainda não.
Mas tenho assim... aquela coisa... como era mesmo o nome? 
Aquela coisa antiga, que fazia a gente esperar que tudo desse certo, sabe qual?
— Esperança? Não me diga que você está com esperança! 
— Estou, estou.(...)

domingo, 6 de novembro de 2011

Estou desconfiada...


Estou desconfiada de que a gente cresce quando começa a aprender,
com o sentimento, muito além da retórica,
a não permitir que uma desilusão ou outra nos afaste de nós mesmos
e nem dos nossos sonhos mais bonitos.
Estou desconfiada de que a gente cresce
quando é capaz de entender que estar vivo é perigoso,  sim,
é trabalhoso,  sim,
mas também é uma oportunidade rara e imperdível.
Que há que se pagar o preço,
se a ideia é ser feliz e inteiro..."

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Despertar...

O que prevalece agora é essa maneira nova de sentir a vida.
Essa perspectiva que me faz admirar, incansáveis vezes, antigas preciosidades.
Essa vontade de bendizer tantas maravilhas.
Esse sentimento de gratidão pelas coisas mais simples que existem.
Esse jeito mais amigo de ouvir meu coração.
O que prevalece agora é essa apreciação mais desperta,
que me permite reinaugurar flores e céus e pessoas no meu olhar.
Essa graça que encontro, de graça, nos detalhes mais singelos.
O que prevalece agora é a confortável suposição de que, por trás de tantas e habituais nuvens, esse contentamento faz
parte da nossa natureza.
Os problemas, os desafios, as limitações, não deixaram de existir. Deixaram apenas de ocupar o espaço todo

Frio

Que frio é esse que nem parece novembro???